Encontrei um site de relacionamento onde vc pode encontrar artistas magníficos na área da fotografia.
Estou encantada e mergulhando nas viagens de fotos, imagens de tirar o fôlego.
Vale a pena dar uma olhada:
http://500px.com/popular
Muito lindo!
sexta-feira, 17 de junho de 2011
domingo, 1 de maio de 2011
Um dia frio, um bom lugar pra ler um livro.
Hoje está frio. Está nublado. Está cinza. Em outros dias eu carregaria esse cinza pra dentro de mim. É domingo. Domingos me deixam tristes, não sei porque. Domingos cinzentos então... Mas deixei o cinza lá fora e pus um sol brilhante e um céu azul dentro dos meus olhos hoje.
Pra um dia frio um cobertor de lã macio.
Um livro cheio de sol e de romance. Que tal coleção Bianca, Julia, Sabrina?
O quê foi?
Voce torceu o nariz?
Paciência...
Não vou citar Arthur Schopenhauer pra posar de erudita. Gosto de coisa trash também e muitas vezes são elas que tiram as sombras do meu olhar, me fazem rir de sua tosqueira comum e inocente, sem grandes pretensões. Seria pretencioso de minha parte se dissesse que estou lendo Stephenie Meyer com ares de grande romance. Já comentei com alguém que a coleção de vampirinhos brilhantes ficaria linda em livros de capa pintada e páginas de papel pardo. Vendidos ternamente na banca de jornal mais próxima. Não faria diferença.
A chuva desce fina, leve e irritante lá fora. Eu me contorço no meu cobertor, piscando os olhos de sono e tentando acompanhar o que Catharinne Victória dirá a Adolfo Marcelo antes de se beijarem ardentemente e selarem seu amor impossível às margens de um lago qualquer na Dinamarca.
"Ó Adolfo Marcelo, seus braços são tão fortes e musculosos!"
"Catharinne Victória, vou beijar seus lábios ardentes como o fogo e tomá-la em meus braços fortes"
Como tenho dificuldade em concentração, imagino Adolfo Marcelo desviando seu olhar de Catharinne e admirando seus braços, e ficando enamorado por eles, e se debruçando nas margens do lago e beijando-os, e apaixonando-se por sua imagem máscula refletida nas águas, enquanto a entediada e insatisfeita Catharinne observa aquele Narciso enamorar-se de seu reflexo...
Ihhh... Acho que o sono chegou.
Um dia frio.
Um bom lugar pra ler um livro...
Pra um dia frio um cobertor de lã macio.
Um livro cheio de sol e de romance. Que tal coleção Bianca, Julia, Sabrina?
O quê foi?
Voce torceu o nariz?
Paciência...
Não vou citar Arthur Schopenhauer pra posar de erudita. Gosto de coisa trash também e muitas vezes são elas que tiram as sombras do meu olhar, me fazem rir de sua tosqueira comum e inocente, sem grandes pretensões. Seria pretencioso de minha parte se dissesse que estou lendo Stephenie Meyer com ares de grande romance. Já comentei com alguém que a coleção de vampirinhos brilhantes ficaria linda em livros de capa pintada e páginas de papel pardo. Vendidos ternamente na banca de jornal mais próxima. Não faria diferença.
A chuva desce fina, leve e irritante lá fora. Eu me contorço no meu cobertor, piscando os olhos de sono e tentando acompanhar o que Catharinne Victória dirá a Adolfo Marcelo antes de se beijarem ardentemente e selarem seu amor impossível às margens de um lago qualquer na Dinamarca.
"Ó Adolfo Marcelo, seus braços são tão fortes e musculosos!"
"Catharinne Victória, vou beijar seus lábios ardentes como o fogo e tomá-la em meus braços fortes"
Como tenho dificuldade em concentração, imagino Adolfo Marcelo desviando seu olhar de Catharinne e admirando seus braços, e ficando enamorado por eles, e se debruçando nas margens do lago e beijando-os, e apaixonando-se por sua imagem máscula refletida nas águas, enquanto a entediada e insatisfeita Catharinne observa aquele Narciso enamorar-se de seu reflexo...
Ihhh... Acho que o sono chegou.
Um dia frio.
Um bom lugar pra ler um livro...
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Just the Way You Are...
Hoje estou ouvindo Billy Joel - Just the Way You Are como trilha sonora. Para o meu momento, combina perfeitamente. Suave, me embalando enquanto sentada num canto da sala, olho pela vidraça, o quintal banhado de sol.
Vejo meu filho brincando. Observo seus cabelos negros como azeviche, suas mãos pequenas e macias, que naquele instante, brincam com água e imaginação. Sinto uma brisa morna entrando pela casa.
É um dia de verão. As nuvens se juntam aos poucos, formando um cinza denso do lado oeste. As pipas coloridas no céu, contrastam com o fundo cinéreo, e amedrontador.
Eu tenho um terraço onde o sol bate e alegra. E então, deixando minha preguiça de lado, plantei em jardineiras e vasos, mudas de morangos, coentro, feijões, um pé arredondado e encantador de buxinho, cravinas e outras coisinhas verdes, que não recordo agora o nome, mas que me fazem feliz e seguem verdejantes, refrescando meus dias.
Dia de luz intensa, de cores estampadas e saturadas na visão. Dia iluminado.
Não tive outra escolha: coloquei meu filho pra fora de casa.
Literalmente.
Desliguei o Wii, escondi o controle remoto da televisão, desconectei a internet. Coloquei uma bacia d'água onde batia uma sombra fresca e ele ficasse longe dos raios enfurecidos que o sol jogava hoje sobre a terra. Mergulhei alguns brinquedos, seus hotwheels dentro, canecos e pequenas tranqueiras.
Ficou lá, serelepe e contente, brincando de parque aquático, de lava rápido, ou do que fosse, tentando ficar mais ensopado do que se pode imaginar.
Nesses dias assim, abro as janelas, as portas e os meus olhos, para que o sol entre e inunde até minha alma. Estendi os panos e tapetes da casa e deixei que "quarassem" até esturricar. Depois de tantas notícias tenebrosas das terras de cá da parte ao sudeste do Brasil, de águas matando, destruindo, eu precisava mais do que nunca de sol. Muito embora lá, naquele canto oeste da cidade, as nuvens se reunissem, sinistras, prometendo mais água ao cair da tarde.
Mas ainda assim, nesse mormaço que envolve e quase sufoca, nessa iminência de ventos e trombas d'água que se aproximam afoitas, ainda assim não imaginaria estar em outro lugar. Não imaginaria não sentir esse sabor de casa. De se abandonar no calor, da rotina das tarefas domésticas e banais, na contemplação do corriqueiro, que de repente, num prisma de luz de verão, se torna tão mágico.
Gosto de tudo, do jeito que é. Gosto tanto, que tento captar e eternizar esses minutos com lápis e papel. Longe das tecnologias, dos bits e bytes, que soam mais como a urgência profissional, do que o prazer conhecido na mais tenra idade, quando fui apresentada aos lápis e blocos de desenho. Tudo se resume ao meu olho e minha mão, minhas melhores ferramentas.
Numa dança como um balé, eles trabalham, olho e mão, mão e olho e deitam no espaço em branco, os traços que traduzem até mais do que o desenho em si. Traduzem exatamente o que sinto.
Olho ainda de relance para o meu filho, numa dura luta de captar por segundos os seus trejeitos. Ora ele vira, ora senta, ora levanta, mas enfim minha lente mental capta mais de sua imagem que enternece meu coração de mãe, do que sua figura, sua forma exata.
Ele entra correndo, molhado, antes que eu possa impedir que respingue água por todos os lados no piso da sala. Mas voilá! Ele é tão feliz que não posso deixar de sorrir e ser também, com respingos e tudo.
-Que está fazendo, mamãe?
Viro, silenciosa, o bloco de papel para que ele veja.
Seus olhos brilham e ele sorri e se reconhece.
-Sou eu! Sou eu!
E volta para a água, numa pressa de quem tem o mundo para conquistar.
Eu também sorrio. Uma calma me inunda assim como o sol.
Gosto de tudo do jeito que é.
Exatamente assim.
Hoje estou ouvindo Billy Joel - Just the Way You Are como trilha sonora. Para o meu momento, combina perfeitamente. Suave, me embalando enquanto sentada num canto da sala, olho pela vidraça, o quintal banhado de sol.
Vejo meu filho brincando. Observo seus cabelos negros como azeviche, suas mãos pequenas e macias, que naquele instante, brincam com água e imaginação. Sinto uma brisa morna entrando pela casa.
É um dia de verão. As nuvens se juntam aos poucos, formando um cinza denso do lado oeste. As pipas coloridas no céu, contrastam com o fundo cinéreo, e amedrontador.
Eu tenho um terraço onde o sol bate e alegra. E então, deixando minha preguiça de lado, plantei em jardineiras e vasos, mudas de morangos, coentro, feijões, um pé arredondado e encantador de buxinho, cravinas e outras coisinhas verdes, que não recordo agora o nome, mas que me fazem feliz e seguem verdejantes, refrescando meus dias.
Dia de luz intensa, de cores estampadas e saturadas na visão. Dia iluminado.
Não tive outra escolha: coloquei meu filho pra fora de casa.
Literalmente.
Desliguei o Wii, escondi o controle remoto da televisão, desconectei a internet. Coloquei uma bacia d'água onde batia uma sombra fresca e ele ficasse longe dos raios enfurecidos que o sol jogava hoje sobre a terra. Mergulhei alguns brinquedos, seus hotwheels dentro, canecos e pequenas tranqueiras.
Ficou lá, serelepe e contente, brincando de parque aquático, de lava rápido, ou do que fosse, tentando ficar mais ensopado do que se pode imaginar.
Nesses dias assim, abro as janelas, as portas e os meus olhos, para que o sol entre e inunde até minha alma. Estendi os panos e tapetes da casa e deixei que "quarassem" até esturricar. Depois de tantas notícias tenebrosas das terras de cá da parte ao sudeste do Brasil, de águas matando, destruindo, eu precisava mais do que nunca de sol. Muito embora lá, naquele canto oeste da cidade, as nuvens se reunissem, sinistras, prometendo mais água ao cair da tarde.
Mas ainda assim, nesse mormaço que envolve e quase sufoca, nessa iminência de ventos e trombas d'água que se aproximam afoitas, ainda assim não imaginaria estar em outro lugar. Não imaginaria não sentir esse sabor de casa. De se abandonar no calor, da rotina das tarefas domésticas e banais, na contemplação do corriqueiro, que de repente, num prisma de luz de verão, se torna tão mágico.
Gosto de tudo, do jeito que é. Gosto tanto, que tento captar e eternizar esses minutos com lápis e papel. Longe das tecnologias, dos bits e bytes, que soam mais como a urgência profissional, do que o prazer conhecido na mais tenra idade, quando fui apresentada aos lápis e blocos de desenho. Tudo se resume ao meu olho e minha mão, minhas melhores ferramentas.
Numa dança como um balé, eles trabalham, olho e mão, mão e olho e deitam no espaço em branco, os traços que traduzem até mais do que o desenho em si. Traduzem exatamente o que sinto.
Olho ainda de relance para o meu filho, numa dura luta de captar por segundos os seus trejeitos. Ora ele vira, ora senta, ora levanta, mas enfim minha lente mental capta mais de sua imagem que enternece meu coração de mãe, do que sua figura, sua forma exata.
Ele entra correndo, molhado, antes que eu possa impedir que respingue água por todos os lados no piso da sala. Mas voilá! Ele é tão feliz que não posso deixar de sorrir e ser também, com respingos e tudo.
-Que está fazendo, mamãe?
Viro, silenciosa, o bloco de papel para que ele veja.
Seus olhos brilham e ele sorri e se reconhece.
-Sou eu! Sou eu!
E volta para a água, numa pressa de quem tem o mundo para conquistar.
Eu também sorrio. Uma calma me inunda assim como o sol.
Gosto de tudo do jeito que é.
Exatamente assim.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Já me dei o direito de assumir completamente o meu estilo há muito tempo, mas foi uma tarefa árdua.
Como é difícil ao longo dos anos, assumir uma postura e refletir isso no seu trabalho, no seu traço.
Tem que se conhecer.
Acho que nos útimos tempos, mergulhei tão fundo na ânsia de me conhecer, de saber realmente quem sou, que chega-se a um ponto que não tem mais volta. Isso está impresso no seu trabalho. Sejam vícios ou virtudes, eles incrustam no seu traço e ali ficam como uma assinatura indelével. Por muito tempo eu relutei em assumir um estilo. A grama do vizinho sempre se mostrava mais verde aos meu olhos, e num narciso às avessas, achava que tudo o que não me pertencia era mais belo.
Mas de qualquer forma foi bom assim, pois isso resultou numa procura incansável em aprender, em assimilar. E quando voltei, me deparei com meus trabalhos crescidos e maduros, que sorriam nos meus dedos e que me obedeciam numa dança sincronizada, sem ansiedade ou insegurança.
Mas preste atenção: Não iluda-se pensando que quando se chega a um ponto, cessasse a procura, a busca pelo conhecimento. Lamento dizer, mas a tendência é aumentar o foco e o interesse ainda mais. Lamento dizer mas a procura permanece.
A única mudança é de que esta procura agora é em torno do que eu sei que sou. Mas o estudo é eterno. Só paramos de aprender quando já não se pode mais prosseguir nesse mundo. Quando já se cumpriu a missão e passamos pra outro nível do jogo.
E aos poucos, me desprendi dos meus ídolos, e trilhei um caminho meu. Essa é a divisão de águas quando se quer ser um desenhista e quando se tem um hobby como desenho. Larga-se os mangás, os esboços dos desenhos da Disney, as reproduções dos encantadores personagens do Mauricio de Souza, o Goku, a miss estrelinha não sei das quantas e finalmente seu olhar se abre. Mais do que se espelhar nos seus ídolos e em seus desenhos e estilo, é preciso seguí-los sim, mas em sua excelência, em suas virtudes. O caminho deve ser seguido com seus próprios passos. Os ídolos são eternos, claro. Referência que enchem nossos olhos e nos inspiram. Mas é necessário finalmente ser você.
Eis aqui mais uma de minhas bruxinhas, ainda em construção.
Uma bruxa jovem e séria, ciente de seu poder.
Gosto de bruxas. Elas são sábias e arteiras e mais sinceras em suas traquinagens do que as santinhas de plantão. Não pintaria anjos, ou santos, embora meu amor pela estética das coisas os englobe também. Mas as bruxas me encantam muito mais, com suas riquezas de detalhes, sua aura de humor negro e magia. Bruxas são, acima de tudo, mulheres corajosas. Afinal, para assumir a dor e a delícia de ser o que é, é necessário um certo feitiço, um nível alto de magia.
Eis aqui mais uma homenagem minha à estas encantadoras senhoras.
Pois apesar de não crer nestas damas não muito vaidosas, mas faceiras e descoladas, sei que elas existem.
Ô se existem...
Como é difícil ao longo dos anos, assumir uma postura e refletir isso no seu trabalho, no seu traço.
Tem que se conhecer.
Acho que nos útimos tempos, mergulhei tão fundo na ânsia de me conhecer, de saber realmente quem sou, que chega-se a um ponto que não tem mais volta. Isso está impresso no seu trabalho. Sejam vícios ou virtudes, eles incrustam no seu traço e ali ficam como uma assinatura indelével. Por muito tempo eu relutei em assumir um estilo. A grama do vizinho sempre se mostrava mais verde aos meu olhos, e num narciso às avessas, achava que tudo o que não me pertencia era mais belo.
Mas de qualquer forma foi bom assim, pois isso resultou numa procura incansável em aprender, em assimilar. E quando voltei, me deparei com meus trabalhos crescidos e maduros, que sorriam nos meus dedos e que me obedeciam numa dança sincronizada, sem ansiedade ou insegurança.
Mas preste atenção: Não iluda-se pensando que quando se chega a um ponto, cessasse a procura, a busca pelo conhecimento. Lamento dizer, mas a tendência é aumentar o foco e o interesse ainda mais. Lamento dizer mas a procura permanece.
A única mudança é de que esta procura agora é em torno do que eu sei que sou. Mas o estudo é eterno. Só paramos de aprender quando já não se pode mais prosseguir nesse mundo. Quando já se cumpriu a missão e passamos pra outro nível do jogo.
E aos poucos, me desprendi dos meus ídolos, e trilhei um caminho meu. Essa é a divisão de águas quando se quer ser um desenhista e quando se tem um hobby como desenho. Larga-se os mangás, os esboços dos desenhos da Disney, as reproduções dos encantadores personagens do Mauricio de Souza, o Goku, a miss estrelinha não sei das quantas e finalmente seu olhar se abre. Mais do que se espelhar nos seus ídolos e em seus desenhos e estilo, é preciso seguí-los sim, mas em sua excelência, em suas virtudes. O caminho deve ser seguido com seus próprios passos. Os ídolos são eternos, claro. Referência que enchem nossos olhos e nos inspiram. Mas é necessário finalmente ser você.
Eis aqui mais uma de minhas bruxinhas, ainda em construção.
Uma bruxa jovem e séria, ciente de seu poder.
Gosto de bruxas. Elas são sábias e arteiras e mais sinceras em suas traquinagens do que as santinhas de plantão. Não pintaria anjos, ou santos, embora meu amor pela estética das coisas os englobe também. Mas as bruxas me encantam muito mais, com suas riquezas de detalhes, sua aura de humor negro e magia. Bruxas são, acima de tudo, mulheres corajosas. Afinal, para assumir a dor e a delícia de ser o que é, é necessário um certo feitiço, um nível alto de magia.
Eis aqui mais uma homenagem minha à estas encantadoras senhoras.
Pois apesar de não crer nestas damas não muito vaidosas, mas faceiras e descoladas, sei que elas existem.
Ô se existem...
domingo, 1 de agosto de 2010
Um blog meu, para os meus blá, blá, blás.
Para os meus desenhos.
Pra mim mesma.
Talvez, para pelo menos ter a convicção de que eu estou por aqui nessa terra. Não tenho pretensão absolutamente nenhuma de ser lida. Apenas gosto desse layout colorido, com letras arredondadas, emoldurando alguns dos meus desenhos. Essa, na verdade, será minha "penseira", como a de Dumbledore. Às vezes se faz necessário esvaziar um pouquinho o cérebro, ou corre-se o risco dele explodir. (Acredito piamente que se acontecesse isso com o meu, sairia tinta colorida para todos os lados)...
Para os meus desenhos.
Pra mim mesma.
Talvez, para pelo menos ter a convicção de que eu estou por aqui nessa terra. Não tenho pretensão absolutamente nenhuma de ser lida. Apenas gosto desse layout colorido, com letras arredondadas, emoldurando alguns dos meus desenhos. Essa, na verdade, será minha "penseira", como a de Dumbledore. Às vezes se faz necessário esvaziar um pouquinho o cérebro, ou corre-se o risco dele explodir. (Acredito piamente que se acontecesse isso com o meu, sairia tinta colorida para todos os lados)...
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